sábado, 9 de janeiro de 2016

LIBERTE-SE DA DROGA CHAMADA AMOR DOENTE!


Tenho visto o quanto o álcool, as drogas e tantos outros vícios destróem uma vida. Mas nada se compara ao que a co-dependência emocional consegue fazer na vida e na história de uma pessoa. É o vício na pessoa que amamos de forma doentia, mesmo que não reconheçamos o lado doente "da coisa" e achemos que trata-se apenas de um "amor incondicional". Esse vício pode matar a alma e minar o futuro das próximas gerações. Acontece, frequentemente, no contexto familiar. É comum e só aparentemente inofensivo na tão falada relação pais e filhos. Por ser uma relação tão singela,os envolvidos não se apercebem do erro que estão cometendo e do perigo que estão correndo.
Fazendo uma analogia, a co-dependência pode ser exemplificada como duas pessoas. Uma está sentada numa cadeira que não tem um dos pés. A outra está no lugar daquele pé ausente, mantendo com as próprias mãos, o equilíbrio daquela cadeira para assegurar que a outra pessoa não caia. Se um desistir, o outro cai. Se quem está na cadeira pedir pra quem está segurando sair, essa pessoa perde a razão de ser, pois ela passou a vida inteira naquela posição e simplesmente acredita que só serve pra aquilo, mesmo que esteja visivelmente cansada e sobrecarregada. Essa relação, na verdade, não é boa pra nenhum dos dois, mas a dor da abstinência é tão grande que ambos se mantêm aprisionados, mesmo com as chaves da cela nas mãos. No final, é uma relação de amor e ódio, de barganha e de um egoísmo exacerbado, mas travestido de autruísmo. Talvez para você que está lendo, tudo seja confuso. Vou então exemplificar um pouco mais. Um ordenança bíblica é que quando um homem casa, deve deixar pai e mãe, e unir-se a sua mulher, tornando-se uma só carne com ela. Não é o abandono dos pais, mas eles deixam de ser prioridade e passam a ficar em segundo plano no cenário e isso deve acontecer sem nenhuma culpa. Mas, quando há co-dependência, isso não acontece e as tentativas acabam trazendo muita culpa no filho e muita acusação por parte dos pais.
Normalmente pais, ou geralmente mães que se dedicaram em extremo aos filhos, seja deixando de trabalhar fora para ficar com eles, sejam indo trabalhar fora para sustentá-los da melhor forma, sentem que os filhos têm uma dívida eterna e encontram um jeito sutil de cobrá-la. Quando os filhos crescem e tomam suas próprias decisões, elas se vêem no direito de interferir. Elas querem continuar cuidando deles como se fossem eternas crianças. Eles não gostam disso, mas se acostumam e vêem as vantagens dessa situação,pois se não podem tomar suas próprias decisões, também não precisam se preocupar com as consequência. Colocam a culpa na mãe ou pai co-dependente e continuam crianças de 30, 40, 50 anos. Estar nessa prisão não é fácil, mas torna-se um lugar conhecido onde você não precisa amadurecer e quando algo dá errado, você tem a quem culpar. Muito cômodo, não? Quando os pais são acusados de culpados, sentem-se ressentidos e dizem a célere frase: "eu fiz tudo pelo meu filho e assim que ele me retribui". O amor doente tem os momentos de ódio interno e a vida se torna amarga.Tudo isso por causa de uma co-dependência emocional que nunca deveria ter existido, começou na infância e perdurou a vida inteira destruindo a chance de cada um viver a liberdade e as fases próprias de suas vidas,assumindo suas consequências e festejando suas próprias conquistas. O filho que consegue, a duras penas, casar e ter uma família, acaba transferindo para o cônjuge e para seus próprios filhos o mesmo amor doente. O ciclo da co-dependência então gera suas novas vítimas que se transformarão em vilões ou na verdade oscilam a vida enteira entre esses dois papéis. A paz de todos fica permanentemente comprometida, porque a felicidade e o senso de realização está no que o outro faz e não no que nós fazemos. Interessante que o casamento dos pais já se comprometeu no nascedouro quando houve uma troca de valores e os pais viveram em função dos filhos e não estabeleceram o princípio de que o casamento é a base da família. Muitos se divorciam quando o ninho está vazio ou nunca se divorciam porque têm em comum a missão de resolver os problemas dos filhos que nunca amadureceram. Eles só têm esse assunto a tratar e nada mais. Essa co-dependência mais forte entre mãe e filhos só piora com o aumento do divórcio. As mães se apegam aos filhos como único e verdadeiro "amor", criam expectativas elevadíssimas do que elas irão receber em troca por terem criado os filhos sozinhas e passam a viver em função deles, mesmo quando eles já cresceram e têm suas próprias famílias. O senso de significado delas é manter-se útil na vida deles e para isso, interferem na relação conjugal, na criação dos filhos, nas decisões financeiras, etc, tudo com a desculpa convincente de que: "eu sou sua mãe e abri mão de muita coisa por você e agora você não pode me ignorar desse jeito". Numa balança de cobranças e numa opressão emocional quase que insuportável, as relações vão perdurando e causando mais dor do que prazer no dia-a-dia das pessoas envolvidas. Eu me canso só de imaginar, mas sei que quando a família não se estrutura de forma saudável, é exatamente isso que acontece. Quando um assume o papel do outro, é isso que se espera. O pior é que esse vício ninguém enxerga e aqueles que percebem, raramente pedem ajuda, pois apesar do mal que lhes causa, não conseguem nem imaginar suas vidas se esses problemas deixarem de existir, por isso não se esforçam para mudarem a eles mesmos ao invés de esperar que o outro mude. Nessa roda viva que tem gerado morte dos sentimentos mais saudáveis planejados por Deus, alguém precisa se atrever a dar um fim. Isso significa pagar o preço da liberdade e de assumir suas próprias escolhas arcando com as consequências. Confesso que nem a religião tem sido capaz de mudar tal cenário. É preciso muito mais que isso. É preciso que os envolvidos experimentem o amor perfeito de Deus que promove a liberdade e não aprisiona ninguém. É preciso que reconheçam seu pecado de idolatria, quebrem o altar que foi construído em suas casas onde cada um sobe e desce dele como lhe convém, causando tristeza e frustração. É preciso aprender a abrir mão do controle daquilo que nunca esteve no seu controle de verdade. É preciso até delimitar espaços, manter-se distante, descobrir o que é amor na perspectiva de Deus, perdoar-se a si mesmo pelo sentimento de posse e pelos prejuízos causados a tantas pessoas. Perdoar a si mesmo pela covardia de não querer crescer. Buscar ajuda no AMOR perfeito que nos ensina a amar na dose certa, da maneira certa,amando primeiramente a Ele, depois a si mesmo e depois ao próximo!
Quer saber se você sofre desse vício? Faça a si mesmo(a) duas perguntas: " minha paz depende de alguém? A paz de alguém depende de mim?" Se, pelo menos uma das respostas for afirmativa, é possível que você sofra desse mal travestido de bem!
Adriana Garcia.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

CONSELHOS PRECIOSOS PARA O JOVEM QUE VAI ENTRAR NA FACULDADE ESTE ANO


Hoje sai as notas do ENEM. Está todo mundo eufórico. Minha filha já não se aguenta de tanta ansiedade. Depois do resultado das notas, serão tomadas decisões que irão definir a vida inteira desses jovens.O curso, a faculdade, a cidade onde irão morar... Confesso que prefiro na minha época, em que era o vestibular tradicional, ficávamos ouvindo os nomes pelo rádio e no outro dia comprávamos o jornal pra guardar de lembrança. A emoção era muito maior. Mas não é sobre emoção que eu gostaria de falar. Queria compartilhar um texto que alguém me disse quando eu passei no vestibular para jornalismo na UFMA,  21 anos atrás. Jeremias 9:23-24: Assim diz o Senhor:"Não se glorie o sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto:em compreender-me e conhecer-me, pois eu sou o Senhor e ajo com lealdade,com justiça e com retidão sobre a terra,pois é dessas coisas que me agrado",declara o Senhor.
Com esse entendimento, passei por uma faculdade e uma pós graduação e em nenhum momento relativizei o meu Deus e nem ignorei o nosso relacionamento. Para os que estão entrando numa faculdade, eu dou de presente essa palavra que vem da boca de Deus para vocês. Sua maior glória deve estar em compreender e conhecer o Senhor. Seu principal relacionamento deve ser com Ele e o principal livro a ser consultado para a tomada de decisões e para saber o que fazer da sua vida é a Bíblia. Lembre-se que todo o conhecimento intelectual que você adquirir deve servir ao próximo e não fazer você sentir-se melhor do que os outros. Toda experiência adquirida é útil para seu sustento digno e a realização de seus sonhos, mas será inútil se transformar você numa pessoa orgulhosa e petulante. Saiba filtrar os conteúdos e não abra mão da sua fé, pois quando os cinco,seis ou sete anos de faculdade passarem e você for um(a) profissional, você precisará dela para seguir em frente! Não humilhe ninguém e saiba aprender com humildade e ensinar com paciência. Seus valores familiares, espero que positivos, jamais devem ser abandonados por crenças e filosofias que abandonam o caráter e a integridade em nome de uma tolerância ao que é errado e de uma crítica ao que é correto, abraçando um relativismo que aos poucos cega, emudece, empobrece, desorieta e joga você num abismo sem fundo.
Nunca esqueça do seu Deus e dos planos que Ele traçou para sua vida. Um bom profissional se faz quando se decide ser um bom aluno. Lembre-se também que ser um bom ser humano é mais importante do que ser um bom aluno e um bom profissional. Todo o conhecimento que você irá adquirir não pode apagar o que você é. Eles agregam valor à sua carreira, mas você não deve permitir que no fim das contas, eles diminuam o valor da vida, dos relacionamentos, da ética, da moral e da fé.
Saiba dizer não para aquilo que lhe faz mal, mesmo que signifique ficar à margem da maioria. Saiba se posicionar com coragem e ousadia, quando lhe for pedido para negar a fé em detrimento de um conhecimento que é útil pra hoje e amanhã se descarta.
Jovem, guarde seu coração, selecione o que entra na mente, cultive valores eternos e vá até onde Deus deseja que você chegue. Não perca o discernimento e o bom senso e faça dessa vitória, um reconhecimento da mão de Deus em sua vida e em sua história.
Filha, você cresceu, está maior do que eu. Agora é hora de amadurecer e eu estarei aqui, orando por você, pedindo que Ele faça por você e em você aquilo que eu não sou capaz de fazer! Não se afaste do nosso Deus e assim, toda conquista, será, de fato,uma conquista!
Adriana Garcia

quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

COMO TER UMA FAMÍLIA BEM SUCEDIDA

Pelo menos na teoria, 100% das pessoas dizem que a família é muito importante e que desejam muito obter sucesso em sua própria família. Apesar do desejo, a grande maioria passa por crises profundas com experiências traumáticas ou no mínimo desapontadoras. Então, eu gostaria de descrever numa frase, o retrato de uma família de sucesso:
Uma família bem sucedida é composta por um homem que ouve a Deus e a quem Deus ouve, uma mulher que ouve o homem e filhos que ouvem seus pais.
Se houver pelo menos uma falha neste processo, a família perde em qualidade e passa a dar tiro no próprio pé, não importa quão desejosa ela esteja pelo seu sucesso.
No Éden, o homem deixou de ouvir a Deus e deu ouvidos para a mulher. Tal atitude comprometeu a qualidade de vida da raça humana dali em diante. O pecado não entrou no mundo quando a mulher ouviu a serpente, mas quando o homem não ouviu a Deus! Aí está a base que sustenta o sucesso familiar: o sacerdócio do homem!
Bom, nesta dinâmica e hierarquia, podemos ter inúmeras variáveis. Umas com maior e outras com menor frequência,mas todas acabam minando o plano perfeito de Deus para a família. Vejamos algumas:
1) O HOMEM QUE OUVE A DEUS MAS A MULHER NÃO OUVE O HOMEM. Aí está o cenário real de insubmissão e rebeldia que desequilibra e enfraquece a família. Por tabela, os filhos no mínimo não sabem a quem ouvir e instala-se a rebeldia.
2) O HOMEM QUE NÃO OUVE A DEUS MAS A MULHER OUVE O HOMEM. Aí está o cenário de submissão feminina que muitas vezes resulta em opressão masculina sobre toda a família, e os filhos sentem-se inseguros e confusos. A família caminha em direção contrária a de Deus, mesmo tendo a mulher que ouve o homem.
3) O HOMEM QUE NÃO OUVE A DEUS, MAS A MULHER OUVE A DEUS. Neste caso, a mulher só deixou de ouvir a Deus no momento em que escolheu um homem que não ouve a Deus.(rs) Talvez este foi o caso de Abigail. É conviver com a situação calada e com sabedoria, até que Deus dê um desfecho de misericórdia e graça. Neste caso, os filhos também se dividem e acabam por não considerar a autoridade paterna o que adoece a família.
4) O HOMEM QUE NÃO OUVE A DEUS E A MULHER QUE NÃO OUVE O HOMEM. Neste caso, a base da família está sem luz.Nem um dos dois tem os parâmetros para guiar sua família e mesmo que os filhos ouçam os pais, todos estão indo numa direção contrária a de Deus. Pode acontecer um milagre e os filhos OUÇAM A DEUS, tornando-se intercessores dos pais.Neste caso, há esperança para a próxima geração, mesmo que a família atual esteja comprometida.
5) O HOMEM QUE OUVE A DEUS E A MULHER QUE OUVE O HOMEM, MAS OS FILHOS NÃO OUVEM OS PAIS. Neste caso, o comprometimento não está na base, mas compromete a futura geração.Não é comum, mas pode acontecer. Cada ser é único e tem o livre arbítrio. Mesmo que a conduta dos pais seja correta, há filhos que escolhem deliberadamente uma direção diferente.
6) O HOMEM QUE OUVE A MULHER E A MULHER QUE OUVE A DEUS. Esta situação parece funcionar, mas só parece mesmo. Pois quando a mulher assume o papel do homem e o homem assume o papel da mulher, ambos carregam uma carga pesada demais e trilham um caminho pedregoso. É muito cansativo e exaustivo. Parece algo louvável até: "oh, essa mulher de Deus é o esteio da família" mas só encobre e reforça a covardia do homem e mascara um autruísmo feminino que aloja um coração cansado e sobrecarregado. Todas as vezes que invertemos a ordem de Deus, medimos forças com Ele mesmo. É impossível sairmos dessa sem danos. Os filhos sobrevivem mas desconhecem a maneira de Deus de uma família funcionar. Quando casam, reproduzem a mesma estrutura invertida.
VEJAMOS O IDEAL DE DEUS:
O ideal de Deus é que homens ouçam a Ele. Com isso, sua liderança na família será estabelecida de forma saudável, cumprindo os propósito divinos. É muito bom e fácil pra uma mulher submeter-se a um homem que ouve a Deus. Não existe segurança maior do que esta para ela, para seu casamento e para seus filhos. Como consequência, os filhos sentem-se amados e protegidos e não têm motivos para ignorar ou rejeitar a orientação de seus pais.
Portanto, o sucesso de um lar passa pelas mãos de todos que dele fazem parte. É um trabalho em equipe e quando um falha, todos sofrem. Mas é o HOMEM aquele que tem a responsabilidade de OUVIR DEUS e trazer o equilíbrio que Deus deseja para cada membro da família. Sem ele, todas as outras alternativas podem até funcionar, mas não chegarão aos pés do sucesso familiar idealizado pelo Criador!
Adriana Garcia.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

IGREJA NÃO É HOSPITAL E NEM TRIBUNAL.IGREJA É O CORPO DE CRISTO!

NÃO PERMITA QUE SUAS EMOÇÕES LHE DOMINEM
Quando uma pessoa aceita a Jesus e aceita o sacrifício Dele na Cruz como única forma de reconciliar-se com Deus, há uma transformação no nível espiritual. Essa pessoa estava morta espiritualmente e agora tem vida eterna! Mas não acontece uma transformação em suas emoções e em seu corpo. Para o corpo ser transformado, é preciso esforço pessoal, como por exemplo, se submeter a uma dieta e exercícios físicos regulares. Já as nossas emoções fazem parte da nossa carne e elas precisam morrer para que o Espírito Santo possa florescer com seu fruto em nós, transformando nossa maneira de pensar,sentir, agir e reagir. A falta desse entendimento, têm enchido as igrejas de pessoas que decidiram aceitar a Jesus, mas continuam aprisionadas por sentimentos e emoções que as fazem improdutivas e instáveis. É muito complicado, pois inúmeras comunidades evangélicas são um aglomerado de pessoas emocionais que buscam a realização de seus diversos anseios, gerando um ambiente de convivência insuportável. Não foi isso que Deus planejou. Alguém já disse que "Igreja precisa ser mais hospital e menos tribunal". Já li a bíblia toda algumas vezes e não me lembro de ter visto a definição de igreja como tribunal e muito menos como hospital. Mas a Palavra de Deus diz que a Igreja é CORPO DE CRISTO e é a essa verdade que ela precisa se adaptar! Nessa dinâmica de corpo, as pessoas entram para serem transformadas e submetidas à vontade do Cabeça - Cristo. Não é um lugar pra conviver com doentes que insistem em ficar assim e justificam seu estado deplorável dizendo que Deus veio para os doentes. Também não é um lugar pra julgar quem chega, mas é um organismo vivo que contribui para a evolução e transformação de quem chega. Não dá pra suportar uma igreja emocional. O plano de Deus é que o corpo de Cristo seja restaurado e se apresente irrepreensível. Para tanto, as emoções dos que fazem parte dele, precisam se submeter a ação do Espírito Santo de Deus.
Nossas emoções são a soma de nossas experiências. Elas são consideradas por Deus como importantes, mas não devem guiar o cristão. Elas precisam ser examinadas constantemente e substituídas pelo fruto do Espírito Santo. Não podemos insistir em levar na bagagem os nossos traumas, amarguras, nossas inseguranças, nossas defesas, nossos preconceitos, nossa "personalidade" se o convite que Jesus nos faz implica em nos transformar todos os dias em sua imagem.
Como você lida com suas emoções? Elas podem estar atrapalhando o seu crescimento Cristão. Elas podem estar lhe impedindo de estar em comunhão e de conhecer uma vida cheia do Espírito Santo de Deus. Não existe possibilidade de viver guiado pelo Espírito quando quem dá o rumo das nossas decisões são nossos próprios sentimentos. Deixa Deus tratar suas emoções, curar seus traumas, saciar a sua alma de significado e ser suficiente para você! Dê abertura para o amor, a paz, a alegria, a bondade, a fidelidade, a amabilidade, a longanimidade, a mansidão e o domínio próprio fazerem parte de sua nova "personalidade" lhe dando a vida abundante, além da vida eterna!
Adriana Garcia.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2016

VOCÊ NUNCA MAIS VAI RECLAMAR DA SEGUNDA-FEIRA

Precisamos parar de murmurar! Cada murmuração joga pra bem longe as coisas boas que Deus estava prestes a nos dar!
Muitos reclamam porque a segunda-feira chegou e terão que trabalhar, mas esquecem que milhões estão desempregados e dariam tudo pra acordar cedo na segunda e pegar no "batente".
Outros reclamam porque é segunda e não têm trabalho, mas esquecem que foram poupados da violência ocorrida durante o final de semana.
Outros tantos reclamam porque terão que estudar, mas esquecem os milhares que não sabem nem mesmo ler e escrever.
Alguns reclamam dos trabalhos domésticos a fazer e esquecem que tantos não têm sequer uma casa pra morar e por não terem o que comer, também não têm pratos pra lavar!
Há quem reclame até da família que tem até que a morte leve alguém e lhe faça enxergar as virtudes de quem partiu!
Tem também aqueles que reclamam porque está quente ou está frio, e sem perceber, esquecem de agradecer porque estão vivos e podem sentir a temperatura.
Há quem reclame dos amigos do facebook, das postagens, das piadas, de tudo que seus olhos vêem e esquecem de agradecer porque tem alguém lá do outro lado vivo, mesmo com todos os defeitos, que pode expressar-se livremente!
Um bom remédio para termos uma semana abençoada é abençoar a segunda-feira, é louvar quem a criou, é ser um(a) bom(a) morador(a) desta terra e ter um sentimento de gratidão pela própria vida todos os dias! É celebrar porque temos, porque perdemos, porque teremos! Celebrar o Autor da vida que nos levanta com sua misericórdia sem fim e nos dá bom dia através das pequenas coisas que costumamos ignorar!
O problema não está em "que dia é hoje" mas nas escolhas do nosso coração, na forma como vemos esse dia e nos sentimentos que decidimos cultivar dentro de nós!
Adriana Garcia.

domingo, 3 de janeiro de 2016

QUANDO PARAMOS DE TER MEDO DE FRACASSAR COMEÇAMOS A NOS PREPARAR PARA VENCER


Existem muitas histórias de superação que nos provam que vale a pena tentar outra vez. Uma delas que me chama atenção é a história de Thomas Edson, o inventor da lâmpada elétrica, dentre muitas outras invenções. Para conseguir esta proeza, a história conta que ele errou 1200 vezes. Fico a imaginar os parentes e amigos quando ele já havia chegado na milésima tentativa. Talvez o descrédito já era algo previsível. O desdém, a dúvida, ou mesmo um conselho de amigo que quer proteger de mais desapontamentos, ecoa nos ouvidos dele dizendo: "você não acha que é melhor desistir?" Mas ele não desistiu porque não tinha medo de fracassar quantas vezes fossem necessárias até conseguir o seu intento. Questionado sobre as inúmeras tentativas, ele responde: "aprendi 1200 formas de como não fazer a lâmpada". Quanta ousadia!
Mesmo com esses e outros exemplos, a impressão que temos é que nunca achamos que pode acontecer conosco. Olhamos para nossas limitações pessoais, ausência de recursos, nenhum incentivo externo ou mesmo nos tornamos "realistas" quando decidimos encarar o passado de tentativas fracassadas. Acabamos por sentenciarmos a nós mesmos e nos acomodamos em nosso casulo de justificativas infindáveis. Então, o mundo perde a chance de conhecer a nossa "lâmpada elétrica" e passamos por esta vida sem nos tornarmos agentes transformadores, simplesmente pela decisão de não tentar depois que já o fizemos pela milésima vez.
Mas a verdade é que cada fracasso deveria nos fazer fortes, pois ele nos enche de experiências valiosas. Cada perda é um sinal de que houve uma ação em direção ao ganho. Cada decepção deveria ser encarada como uma oportunidade de conhecer melhor o ser humano, conhecer melhor a si mesmo. Cada crítica deveria compor um soneto daquilo que podemos melhorar. Cada "banho de água fria" deveria refrescar a nossa mente para novas possibilidades. Cada pessoa que não acredita mais em nossa capacidade nos dá a oportunidade de colocar em nossa própria conta um crédito mais valioso: o que nós mesmos nos damos!
Caminhando para a construção de algo que você acredita ser o seu chamado, a sua missão, os fracassos acabam sendo uma rotina que não lhe amedronta mais e, finalmente, você começa a preparar-se para vencer, para atingir, para conquistar. A sensação é de que a vitória é algo tão desconhecido que ainda assusta e que irá requerer de nós um preparo que não temos, pois estávamos acostumados com outros finais. Então, descobrimos que não ter mais medo da derrota é o ponto de partida para estarmos preparados para as vitórias e que precisaremos evoluir em outras habilidades, agora. Afinal, o sucesso também dói, também tem perdas que raramente alguém calcula quando o deseja e que raramente alguém suporta quando o alcança.
Então, é hora de decidir perseverar, atravessar a linha das mil tentativas sem temer o futuro. Despir-se de uma auto piedade com a qual você estava acostumado(a), parar de lamentar-se pelo que se perdeu, encarar com fé as reais limitações, graduar-se pelos acúmulos de fracassos e subir no monte onde você pode contemplar o começo quando pensava que era o final. É hora de desenvolver novas competências e continuar "sofrendo", mas, agora, pelas conquistas, pelas vitórias e pelos sucessos que jamais existiriam se não fossem os fracassos. A palavra de ordem é: tente outra vez!
Adriana Garcia.
Jornalista, Especialista em Educação, Coach

Fundadora do Ministério Levando Esperança aos Divorciados

sábado, 2 de janeiro de 2016

UM ANO NOVO SÓ DEUS QUEM DAR... PARA SER UM ANO FELIZ, VOCÊ TEM QUE PARTICIPAR


Mais um pacote de presentes vindo de Deus está a se desenrolar. Ele vem dividido em embalagens menores chamadas meses, semanas, horas, minutos e seguindos. Um novo e desconhecido tempo está a se apresentar. Muitas pessoas estão a desejar saúde, paz, felicidade, prosperidade. Mas isso não faz parte do pacote. Deus nos dá o tempo, a vida. Nós administramos! Portanto, seguem algumas dicas preciosas para que os votos de felicidades sejam realmente cumpridos na vida de quem fala e de quem ouve.
1) Seja uma pessoa feliz... é uma decisão. A alegria depende de momentos. A felicidade é um estado de Espírito e pode ser uma constante, especialmente na vida daqueles que conhecem a fonte dela - JESUS!
2) Viva em paz consigo mesmo e com os outros. A falta de paz interior nos enche de sentimentos como amargura, culpa, ansiedade, etc inclusive atingindo nosso corpo com enfermidades oportunistas!
3) Ame as pessoas, ame a si mesmo. Ame aquilo que você faz, mesmo que ainda não seja aquilo que você sonhou fazer;
4) Aprenda a mandar no seu tempo. Não deixe a vida lhe levar... Comande seus dias, planeje, organize... Alguns dizem que tempo é dinheiro. Eu digo que tempo é vida. Onde você dedica seu tempo, você está dedicando a sua vida!
5) Perdoe e abra a porta da prisão que cativou você! A chave sempre esteve em suas mãos. O perdão nunca será um sentimento, mas quando você decide perdoar, o sentimento de liberdade vêm pra você como um brinde! Saiba o que é lembrar sem dor! Tenha um coração perdoador!
6) Peça perdão. Uma verdade que tentamos esquecer é que nós também erramos!
7) Priorize o seu relacionamento com Deus, mas não esqueça que ele se reflete na maneira como você se relaciona com seu irmão!
8) Cuide-se, pois o tempo está disponível a todos. A saúde para aqueles que sabem dar tempo para cuidarem de si mesmos!
9) Renove sua mente e seus sentimentos constantemente. Não espere o ano acabar para fazer reflexões! Todos os dias nos são dados para um auto-exame e com mil possibilidades de sermos melhores que o dia anterior!
10) Não acumule nada! Para onde você vai, só você poderá entrar. Quando temos muito, é simplesmente para exercitarmos a generosidade. O apego aos bens materiais tem tirado a vida de muita gente e destruído muitos relacionamentos!
Enfim, viva a felicidade interior e acredite que as adversidades não poderão destruir quem confia em Deus plenamente!
Faça do seu novo ano, um ano FELIZ!
Com carinho,
Adriana Garcia.